O amor, a vida e a imortalidade

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Foto: sunday morning. Foz. Porto.

“Como um cubo de rubik, o amor pode ter múltiplas faces – disse – e há quem diga que ele se reveste de muitas linhagens, assim como existem tantos tipos de pessoas e as suas relações no mundo.”
A cópia, no espelho, conhece tudo isto, como conhece as linhas da vida que lhe marcam as mãos. Olha-me diretamente a alma, e continua:
“Tudo na vida se resume a isto: aprender a amar. E o que deveria ser simples e espontâneo, depressa se transforma numa tormenta de condicionalismos, nas mãos do Homem. E se numa vida apenas, o amor ainda vive camuflado de egoísmo, possessividade e orgulho, o tempo conquistará tempo para, na imortalidade, reinterpretar as oportunidades de amar a todos.”
No espelho, o reflexo transfigurou-se, subitamente, e inundou-se por um vasto oceano onde pude ver as almas dançarem em harmonia com o vento, as nuvens, os astros, e todas as cores que um arco-íris consegue vestir.

“O amor na imortalidade, é a água que suporta a vida”, consegui, ainda, escutar.

2 comentários em “O amor, a vida e a imortalidade”

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